Tinham 15 anos e ela amava-o platonicamente. Eram os melhores amigos do mundo, ela dedicou-lhe a vida. Ele gostava de outras coisas, ela não se importava.
Encontrei-a hoje, tem 30 anos, é mãe, é feliz e disse-me quando me viu "ainda o amo, penso nele todos os dias, nada mudou".
Deu-me um beijo na testa e tentou confortar-me "acontece". Mas ela sabe há coisas que vão ser sempre assim.
Disse-lhe que não sabia que existiam príncipes encantados.
Encontrei-a hoje, tem 30 anos, é mãe, é feliz e disse-me quando me viu "ainda o amo, penso nele todos os dias, nada mudou".
Deu-me um beijo na testa e tentou confortar-me "acontece". Mas ela sabe há coisas que vão ser sempre assim.
Disse-lhe que não sabia que existiam príncipes encantados.

3 comentários:
...alegre recorrencia em muitas amigas que por aí andam...
alegre, ou triste...ou simplesmente só recorrencia...
há histórias que valem a pena ser contadas...
sou feliz qdo olho para o meu filho, sou feliz qdo olho para os meus amigos, sou feliz qdo recordo com saudosismo tudo o que ja passamos juntas,todas as parvoices que diziamos e que ainda hoje teem significado para nós,sou feliz qdo sou feliz.mas qdo xego a casa e sinto o cheiro da acomodaçao deixo a felicidade ha porta e torno me na mulher de 30 anos que sou.Continuo a dizer parvoices mas só eu me rio e só eu percebo.BEJOS GIPSY.
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